10 setembro 2012

Escrever

Escrever é um risco que a gente 
sempre corre. De todo mundo
pensar que é pra alguém e de 
alguém pensar que é pra um
outro alguém. Mas né?
Foda-se. E viva ao eu lírico.

Autora:Bruna Vieira


07 setembro 2012

Eu e Você

Eu chorava 
você me fazia sorrir,
eu ficava até tarde acordada 
você me mandava dormir.

Eu ficava triste porque ele não me amava
você dizia que ele não me valorizava 
e me consolava.

Eu demorei mas percebi que era de mim que você gostava
demorei mais tempo ainda para perceber que te amava.
Eu perdia o jogo
você me contava o resultado.
A gente tinha tudo pra dar certo então por que deu errado?




02 setembro 2012

Ele

Ele me ilude,
me confunde,
me decepciona,
me apaixona.

Ele pede pra mim ligar,
fala que sou linda.
Mas no outro dia nem 
meu nome ele lembra

Mesmo sendo assim
ele já faz parte de mim.
Mesmo ele sendo desse jeito
é ele que eu amo com todos os seus defeitos.

31 agosto 2012

25 agosto 2012

É fácil julgar os outros

É fácil julgar uma pessoa mau humorada o difícil é saber oque se passa no coração dela.
Será que as pessoas não vem que mau humor pode ser mascara para a dor e a tristeza?
É muito fácil chamar alguém de anti social porque fica sozinho num canto.
Difícil é saber se a pessoa é tímida.
É fácil julgar uma pessoa que se alto mutila de emo ou retardada.
Difícil é saber poque ela faz isso te garanto que não é porque ela gosta da dor, as vezes a dor é tão forte que anestesia quando ela se corta ela se esquece.
Não estou dizendo " Vá em frente se alto mutile é bom. " Estou tentando abri a sua cabeça pra entender os problemas das pessoas.
É muito extremamente fácil julgar um suicida. " Ele era maluco se matou."
Uma vez li em algum lugar que: "Os suicidas, mesmo os que planejam a morte não querem se matar, mas matar a sua dor."
As pessoas fecham o seus corações tomam atitudes extremas porque não acham mais saída para sua dor.
Fechar o coração, se isolar,se mutilar se matar pode parecer a saída depois de tentar tanta coisa.
Eu escrevo para desafogar meu coração foi o jeito que eu achei, alguns melhores textos do blog escrevi triste.
É fácil julgar as pessoas.
Difícil é ser amigo, é escutar, tentar entende secar as lágrimas, difícil é fazer alguma coisa antes que seja tarde de mais.
Tudo que essas pessoas precisam é de um abraço, um amigo, alguém com quem elas possam desabafar, alguém para confiar, afeto, saber que alguém se importa com elas.
Tudo que eles precisam é de amor.
E principalmente eles não fazem isso para chamar atenção. " Quem quer chamar atenção ta rindo das pessoas que são diferentes, ta maltratando fazendo sofrer, piorando as coisas"
Seja diferente dessas pessoas que querem chamar atenção." Plante o amor, o afeto, o respeito, a compreensão e os colha de volta."
Se preciso seja considerado um idiota por muitos mais não seja idiota de ser como eles de fechar os olhos para a verdade.



22 agosto 2012

#Tag

Peguei essa tag no compartilhando.com 
Perguntas:
1- O mais importante na tua vida é...
A família e os amigos.
2- Já foste plagiada(o)?
Só com autorização e por amigos.
3- De 1 a 10 que nota você dá ao teu blog?
5 Acho que tenho que melhorar muito mais ele me faz feliz.
4- Gosta de Animes?
Sim Amo Otaku de carteirinha. *o*
5- Qual tua rede social favorita?
Twitter segue lá se quiser @SouUmaJaguara também tem o do blog @blogQuemNaoAma . :D
6- Tens Tumblr? Se sim qual?
Lógico Quem Não Ama .*...*
O que mais gosta de fazer no verão?
Ir á praia e sair com os amigos. :]
Qual teu estilo de musica?
Rock. \m/
Qual teu filme favorito?
Empata entre Lembrança e Lição de amor.


19 agosto 2012

Por quê ?


Sei que para você eu possa ser apenas uma garota que você trata bem porque acha bonitinha.
Mas pra mim você é muito mais que um cara bonitinho, você é o homem que eu amo.
Você me enlouquece mexe com meus sentimentos de um jeito que eu não consigo entender me faz querer sorrir e chorar ao mesmo tempo.
Eu não queria gostar de você, de verdade não queria mesmo até porque nós dois sabemos  que você não tem a menor vocação para príncipe encantado.
Bom mas nem acredito em príncipe encantado então o que eu quero falando.
Sabia que levei meses para pensar que tinha te esquecido? Mas bastou só um ‘’oi” seu para voltar tudo de novo.
Você me faz questionar a distância me faz me perguntar todos os dias se algum dia você vai me amar pelo-menos metade do que eu te amo. Você me faz ter medo que outra chegue na, minha frente, me faz ter pesadelos com isso e me faz sonhar com você noite após noite.
Eu odeio te amar desse jeito inconstante maluco, eu odeio não conseguir te odiar um segundo se quer. Por que o único sentimento que consigo ter por ti é amor? Por que te amo tanto assim?

17 agosto 2012

Crônica do Amor

Ninguém ama outra pessoa pelas qualidades que ela tem, caso contrário os honestos, simpáticos e não fumantes teriam uma fila de pretendentes batendo a porta.

O amor não é chegado a fazer contas, não obedece à razão. O verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo, por conjunção estelar.

Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã do Caetano. Isso são só referenciais.

Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca.

Ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera.

Você ama aquela petulante. Você escreveu dúzias de cartas que ela não respondeu, você deu flores que ela deixou a seco.

Você gosta de rock e ela de chorinho, você gosta de praia e ela tem alergia a sol, você abomina Natal e ela detesta o Ano Novo, nem no
ódio vocês combinam. Então?

Então, que ela tem um jeito de sorrir que o deixa imobilizado, o beijo dela é mais viciante do que LSD, você adora brigar com ela e ela adora implicar com você. Isso tem nome.

Você ama aquele cafajeste. Ele diz que vai e não liga, ele veste o primeiro trapo que encontra no armário. Ele não emplaca uma semana nos empregos, está sempre duro, e é meio galinha. Ele não tem a
menor vocação para príncipe encantado e ainda assim você não consegue despachá-lo.

Quando a mão dele toca na sua nuca, você derrete feito manteiga. Ele toca gaita na boca, adora animais e escreve poemas. Por que você ama
este cara?

Não pergunte pra mim; você é inteligente. Lê livros, revistas, jornais. Gosta dos filmes dos irmãos Coen e do Robert Altman, mas sabe que uma boa comédia romântica também tem seu valor.

É bonita. Seu cabelo nasceu para ser sacudido num comercial de xampu e seu corpo tem todas as curvas no lugar. Independente, emprego fixo, bom saldo no banco. Gosta de viajar, de música, tem loucura
por computador e seu fettucine ao pesto é imbatível.

Você tem bom humor, não pega no pé de ninguém e adora sexo. Com um currículo desse, criatura, por que está sem um amor?

Ah, o amor, essa raposa. Quem dera o amor não fosse um sentimento, mas uma equação matemática: eu linda + você inteligente = dois apaixonados.

Não funciona assim. 

Amar não requer conhecimento prévio nem consulta ao SPC. Ama-se justamente pelo que o Amor tem de indefinível.

Honestos existem aos milhares, generosos têm às pencas, bons motoristas e bons pais de família, tá assim, ó!

Mas ninguém consegue ser do jeito que o amor da sua vida é! Pense nisso. Pedir é a maneira mais eficaz de merecer. É a contingência maior de quem precisa.

Autor: Arnaldo Jabor 

13 agosto 2012

Por quê as coisas mudam ?

Quando eu me pergunto isso não é porque não gosto de mudanças, gosto de mudanças quando elas são boas na verdade adoro mudanças, mas as vezes sinto falta de algumas coisas antigas.
Por mais que algumas coisas que eu sempre quis que acontecessem estejam acontecendo, não consigo ficar feliz parece que falta alguma coisa que não sei identificar.
Alias não é tudo como eu sonhei engraçado que nos sonhos tudo pareceu mais fácil mais bonito, os sonhos sempre destorcem um pouco a realidade.
Sinto esse enorme vazio aqui dentro como se faltasse uma peça para completa o enorme quebra cabeça da minha vida, talvez eu sinta falta de algo que já tive ou algo que nunca tenha tido na vida.
Talvez eu sinta falta de uma pessoa ou de algumas pessoas, de lugares ou só de um lugar ou de um momento ou talvez eu seja uma maluca que sofra de insatisfação crônica.
Não sei do que sinto falta, nem sei mais oque eu quero minha cabeça esta embaralhada como um daqueles baralhos duplos com cartas vermelhas e pretas misturadas como em um jogo de poker.
As cartas pretas representam minha razão e as vermelhas meus sentimentos que se juntam para forma uma jogada, o que esta sendo blefado é minha vida e meu destino é a ultima aposta.

11 agosto 2012

Borboletas


Soltei as minhas borboletas,  cansei de prende-las em vidros e ver elas se debatendo e sufocando.
Libertei até as borboletas do meu estomago já essas eram como drogas.
 Eu as prendia dentro de mim no inicio a sensação era boa mais depois elas me davam enorme tristeza e desconforto.
Libertei as borboletas do meu coração não vou mais correr atrás delas, prende-las, segura-las perto de mim.
Mas vou deixar meu jardim aberto continuar cultivando minhas rosas, violetas, margaridas e girassóis, se elas voltarem que seja porque querem não porque as obriguei.
Espero que pelo-menos uma delas volte no começo era tão bom e bonito ficar rodeada de borboletas, das mais diversas cores, tamanhos e formas.
E que venham borboletas novas ai como eu amo borboletas!

09 agosto 2012

Falso-riso

Ela era a garota mais feliz que eu já havia conhecido. Linda, simplesmente muito linda. Seu sorriso provocava o meu. E só a sua presença já fazia diferença. Inocente. Ela era uma garota sonhadora. Acreditava fácil demais. Estava apenas começando a conhecer o mundo. Pobre menina, tão jovem e já aprendendo tanto com a vida. De tanto acreditar acabou quebrando a cara. De tanto sonhar alto acabou caindo. E de tão inocente teve seu coração quebrado.As coisas ruins começaram a ser seqüenciadas, ela mal tinha tempo de se levantar do ultimo tombo que já era derrubada novamente. E então a garota foi deixando de ser feliz, foi perdendo aquele sorriso, e já não saia muito de seu quarto. Quando estava junto de outros tentava fazer como se tudo estivesse bem, mas eu via em seus olhos quanta tristeza  ela carregava. Ela ainda sorria, mas percebi que era falso. Ela não era mais aquela garotinha. Agora ela tinha crescido. Tinha aprendido da pior forma o quão ruim as pessoas são. Cresceu e se tornou uma pessoa fria, calculista e tão distante. Marcas começaram a aparecer em seu corpo, e eu não sabia o que era. Seu braço estava repleto de cicatrizes, mas ela as escondia debaixo daquela jaqueta.Eu tentei ajudar, quis me aproximar mas ela não deu espaço. Acho que estava com medo de confiar novamente. Ela tinha se fechado para o mundo. Já era de se esperar. Acho que ela havia cansado de se machucar tanto, de acreditar tanto, de se ferrar tanto por causa das pessoas. Agora era ela, só ela, sozinha, mais ninguém. Assim ela não quebrava a cara, ou o coração, novamente. Eu percebi que cada vez menos ela saia. E quando saia estava sempre com aquela jaqueta, uma calça jeans e um falso riso no rosto. Todos acreditavam, e devo dizer que eu muitas vezes também acreditei. Ela fingia bem. Um dia notei que a manga da sua jaqueta estava meio levantada, ela não havia percebido isso, e eu quando reparei bem em seu braço vi cortes, muitos cortes. Assustei. Mas não soube o que fazer. Fiquei quieto, mas se soubesse o que aconteceria depois de algum tempo teria feito algo.  […] Fazia um tempo que não via mais a garota, lembrei dos cortes em seu braço e me preocupei, fiquei pensando o que teria acontecido. Caminhei até a casa dela não sei porque, a gente mal se falava, mas era como se algo me dissesse que eu tinha que ir. Quando cheguei na rua dela vi sirenes de ambulância. Corri. As ambulâncias estavam paradas em frente a casa da garota. Milhares de perguntas passaram pela minha cabeça, mas eu não sabia a resposta pra nenhuma. Fiquei ali na frente parado, sem reação, pois quando ia chamar a porta da frente foi aberta e dois homens carregavam um corpo. Sangue pingava pelo chão. Meu Deus o que era aquilo ? O corpo passou por mim. Não.. não podia ser verdade. Aquele lindo rosto… Eu nunca mais ia ver um sorriso estampado nele. Lágrimas brotaram em meus olhos. O corpo foi colocado na ambulância e eu fiquei olhando dentro dela os homens tentando reanimá-la com choques. Mas ela já estava pálida demais. Já era tarde. O tempo já havia se acabado. A mãe dela estava descontrolada, nunca vi alguém chorar tanto. Seu pai abraça seu corpo sem vida e murmurava algo que eu não pude ouvir. Sai dali, aquela cena estava me deixando com náuseas. Fui correndo pra minha casa. Me fechei no quarto e chorei. A menina havia partido, ela havia tirado sua própria vida. Os motivos talvez eu soubesse, mas resolvi ignorá-los por enquanto. E então um pensamento passou pela minha mente, e ficou ali me torturando, me castigando. E ele era totalmente verdadeiro. Se eu tivesse feito algo, tomado alguma atitude aquele dia, se eu a tivesse ajudado, se eu não a tivesse abandonado assim como os outros fizeram, talvez ela estaria aqui agora, viva e sorrindo pra mim.
( Autor: Desconhecido )

05 agosto 2012

Um sonho francês - 12° parte fim


- Então o que você fez? Perguntou ele.
- Eu ia dormi no sofá mais o Bernardo levantou pra pega um copo da água e me chamou pra dormi no quarto dele, mais a gente só dormiu.
E só aceitei porque não ia conseguir dormi a noite toda naquele sofá duro de dois lugares. Respondi meio que me explicando.
- Quando acordei e vi você saindo do quarto dele pela primeira vez senti ciúmes de você.
Eu perguntei porque você não bateu na porta e você olhou para Gabriele me senti meio mal.
E aquele natal que o Victor ia passar sozinho na republica e você levou ele para passar com sua família. Lembrou, ele.
- Eu fiquei  com pena dele. Falei meio sem entender.  Tudo que ele dizia.
- B-bom onde eu estou querendo chegar aquele dia que sai depois de você da casa de Odilon ele me chamou e disse para mim, não cometer o mesmo erro que ele.
Ele disse que eu deveria me declarar logo e ficar com você para sempre nunca te abandonar não fazer como ele fez com Mabelle.
Ele viu oque você nunca notou e oque eu nunca te disse ele viu que eu te amo mais que tudo no mundo que sem você eu não sou nada.
Com essa ultima frase dele eu entendi tudo  me joguei  nos braços dele e disse:
- Eu te amo de verdade nunca notei o quanto você era importante para mim até ontem quando olhei pra dentro do meu coração te amo como nunca amei ninguém.
Bom Rafael eu continuamos a nossa viajem agora como casal quando acabamos de viajar voltamos para Porto Alegre e nos casamos.
Mas só nos casamos lá porque adivinha... Agora moramos já a 2 anos em um quarto andar sem elevador em Paris com uma plaquinha na porta escrito (R e C pra sempre).
As novidades não param por ai logo iremos mudar a placa para, a frente de uma casa pois, a família está crescendo eu estou gravida é uma menina e vai se chamar Mabelle.

04 agosto 2012

Um sonho francês - 11º parte


- É você tem razão. Falou Rafael baixando a cabeça.
- Rafa... Comecei mais não consegui ia pergunta se ele estava gostando de alguém mais fiquei com medo da resposta.
- O quê? Perguntou ele.
- Nada. Respondi.
- Você não vai me contar oque está acontecendo de errado né? Perguntou Rafael.
- Não tem nada Rafa. Respondi.
- Então o que vamos fazer agora? Ele perguntou.
- Eu queria passar essa tarde sozinha Rafa. Falei.
- E depois você ainda diz que não tem nada de errado acontecendo. Falou ele de cabeça baixa.
- Não é nada Rafa coisa de menina quero ir no, salão fazer unhas e cabelo faz tempo que, não faço isso e você não quer perde sua tarde em um salão de beleza né?
- Não quero mesmo. Respondeu ele.
Eu não queria ir no, salão só queria passar o dia, sozinha queria pensar um pouco mais como não sabia mentir acabei indo ao salão mesmo.
Cortei a pontas do cabelo hidratei, e fiz as unhas até que foi bom depois dei algumas voltas pela cidade.
No final da tarde eu estava passeando na beira do rio Sena pensado em como seria agora que sabia oque sentia por Rafael. Eu nunca conseguiria me declarar para ele e não suportaria velo com outra garota seria demais pra mim.
Quando avistei Rafael parado admirando o rio parei e pensei se deveria ir até ele já que ele não tinha me visto mais resolvi dar meia volta antes que ele me visse.
Eu tinha acabado de me virar e ele me chamou:
- Cecilia.
Fui até ele e disse:
- Oi. Eu disse meio sem jeito.
Ele me olhou fixamente nos olhos e disse:
- Andei pensando no que você falou no almoço que Mabelle e Odilon tiveram medo de sofrer e por seus medos acabaram sofrendo mais ainda.
 Se lembra quando dividíamos quarto na republica? Ele perguntou.
- Claro estávamos falando disso antes até era estranho pra mim, morar com três guris mais eu não achei outro lugar e até que a gente se divertia. Respondi.
- Se lembra  que você estava namorando o Fabio e eu estava ficando com a Gabriele? Ele perguntou.
- Sim. Respondi.  Me, perguntei por que ele estava tocando nesse assunto tão antigo?
- Sabe aquela noite que você terminou com o Fabio porque vocês iam jantar juntos depois você ia dormi na casa dele mais ele te deu um bolo? Perguntou.
- Sim ele me deixou esperando quase duas horas nem ligou nem mandou mensagem então fui para casa só que quando ia entra no quarto notei que você estava com a Gabriele.

26 julho 2012

Um sonho francês - 10º parte


Eu sempre me sentia bem quando ele me abraçava mais dessa vez senti uma sensação estranha e foi como se o mundo todo parasse naquele momento.
Depois voltamos para o hotel eu fui para o quarto não conseguir para de pensar no Rafael e na sensação estranha daquele abraço.
E oque ele disse que preferia acreditar que a mulher que ele ama o deixou porque não o amava do que saber que ela morreu o amando.
Será que ele tinha se apaixonado por alguma garota que conhecemos em nossa viagem?  E se ele me deixasse por ela? E se ele está apaixonado por que não me contou?
Eu estava com ciúmes de uma mulher que eu nem sabia se existia, estava com medo de perde o Rafael o meu Rafa e por quê?
Será que eu o amava e não só fraternalmente?
Então parei fechei os olhos e olhei para dentro do meu coração então veio a, resposta e uma, lágrima, correu pelo meu rosto: Sim eu o amava de verdade!
E agora oque eu faria com esse sentimento?
Me, deitei acabei adormecendo e a noite passou e pela manha fui até o quarto de Rafael ele sempre acordava antes de mim bati na porta Rafael abriu:
- Bom dia! Disse Rafael.
- Bom dia! Respondi.
- Então Ce  veio admirar minha beleza matinal?
- Não embora te ache muito sexy de samba-canção. Falei rindo ele estava de camiseta e samba-canção.
- Ainda bem que morávamos no mesma republica você já tá acostumada com meu estilo. Ele falou, ele sorrindo.
- É ex-colega de quarto, saudades do tempo da republica. Eu falei.
- Bah morro, de saudades daquela época. Ele falou.
- Então Rafa qual vai ser a nossa próxima parada? Perguntei.
- Vamos ficar hoje e amanhã aqui você gosta tanto daqui.
Rafael pediu café da manhã no quarto pra gente mas não comi nada depois saí para fazer compras ele ficou no hotel marcamos de nos encontra em um restaurante na hora do almoço.
Comprei algumas roupas e lembrancinhas adoro compra esse tipo de coisa.
Era meio dia e 15 eu estava sentada em uma mesa do lado de fora do nosso restaurante favorito Guimouve Rafael chegou me deu um beijo no rosto e se sentou.
O garçom trouxe o cardápio fizemos nossos pedidos eu não estava comendo quase nada então Rafael perguntou:
- Alguma coisa de errado?
- Nada respondi. Mentindo.
- Ce...? Falou ele.
- O quê foi? Perguntei.
- Quem você acha que estava errado Odilon ou Mabelle? Perguntou ele.
Parei e pensei por alguns segundos então respondi:
- Os dois.
- Como assim os dois? Perguntou Rafael.
- Nenhum dos dois insistiu os dois desistiram no primeiro problema tiveram medo de arriscar de sofrer e acabaram sofrendo bem mais pelos seus medos.

14 julho 2012

Um sonho francês - 9º parte


Quando acabei de falar a madre baixou a cabeça pensou um pouco então começou a falar:
- Quando Mabelle chegou, eu já estava aqui há algum tempo eu era uma noviça como já falei  nos dividíamos quarto.
Na primeira noite dela aqui a escutei chorando baixinho, e nas duas noites que  seguiram-se também na terceira noite perguntei se era saudade da família.
Ela me contou de Odilon o rapaz que ela tinha conhecido no circo do namoro das promessas e de como ela a abandonou.
Todos falavam que ele não prestava que ele era namorador mas ela não deu bola ela o amava mais que tudo na vida.
Odilon disse que ia procurar um emprego melhor para poderem se casar e que voltaria dentro de 1 mês mais se passaram mais de 4 meses e ele nem deu noticias.
Todos disseram que ele não voltaria que ele não era homem para ela então ela veio para cá, dias depois ele apareceu mas ela não quis velo já estava muito magoada.
Mabelle passou o resto da vida aqui mas nunca o esqueceu o nome dele foi o ultimo que ela chamou antes de morrer.
Então Rafael se levantou e falou nervoso:
-  Mas ele mandou  cartas para ela.
- Mandou? Questionou a madre.
- Sim ele mandou uma carta avisando que tinha conseguido um novo emprego e que demoraria pois tinha que começar a trabalhar imediatamente.
Depois de 4 meses mandou outra pedindo que ela o encontrasse mais ela não foi nem se quer respondeu as cartas. Respondi.
- Então elas nunca chegaram até ela. Falou a madre.
Eu me levantei e agradeci a madre:
- Obrigado pela ajuda.
Ela nos acompanhou até a porta e disse:
- Tchau que Deus os acompanhe.
Quando saímos do convento lágrimas começaram a escorrer pelo meu rosto Rafael me perguntou:
- O que foi?
- Rafa o que eu faço agora? Será que eu devo contar para ele que ela o amava? Perguntei.
Rafael baixou a cabeça e respondeu:
- Não você não deve contar para ele.
- Por quê? Perguntei.
- Eu preferia acreditar que a mulher que eu amo me deixou porque não me amava do que saber que ela morreu me amando.
Então ele levantou a cabeça colocou as mãos em meu rosto secou minhas lágrimas e me abraçou. 

13 julho 2012

Um sonho francês - 8º parte


 Chegando lá nos hospedamos em um hotel almoçamos depois fomos procurar o convento.
Depois de rodar um pouco a cidade a achamos o convento  Cordeliers  era um lugar lindo antigo e principalmente enorme.
Entramos eu falei com uma noviça que aparentava ser mais nova que eu:
- Olá a senhorita poderia me informar sobre a irmã Mabelle ela entro nesse convento em 1942?
- Desculpa não, sei informa-la sou só uma noviça como pode ver, a senhorita deveria tentar fala com a Madre superiora, ela esta aqui a mais tempo é a mais velha do convento. Respondeu a noviça.
- Qual o seu nome? Perguntei.
- Nancy. Respondeu ela.
- Irmã Nancy você poderia nos leva até a madre superiora? Perguntei.
- Sim. Nancy respondeu.
Ela nos guiou por um corredor chegamos a uma salinha de espera com uma com uma grande porta então ela falou:
- Um momento, vou ver se a Madre pode recebe-los.
Nancy entrou na sala e voltou depois de alguns minutos saiu e disse:
- Madre Elena vai, recebe-los.
Quando ela ia se retirando eu disse:
- Obrigado.
- Espero que eu tenha mesmo ajudado. Disse ela sorrindo depois saiu.
Eu e Rafael entramos na sala que era como um gabinete ela estava sentada numa cadeira atrás de uma mesa e levantou para nos receber e se apresentou.
- Olá sou a Irmã Elena.
- Olá. Eu e Rafael falamos juntos.
- Eu sou Cecilia. Me, apresentei.
- E eu me chamo Rafael. Ele falou.
- Sentem-se. Disse a madre.
Nós nos sentamos em cadeiras na frente dela e ela retornou a se sentar.
- Vocês quere saber sobre a Irmã Mabelle? Perguntou a Madre
- Sim respondi.
Então ela começou a falar:
- Lamento informa-los mais ela morreu a 16 anos atrás foi uma grande perda mas Deus sabe oque faz nós dividíamos o quarto quando moças.
Nós duas éramos muito unidas ela era dois anos mais velha que eu. Mas oque vocês são dela e oque gostariam de saber?
- Não somos nada dela, é que quando ela veio para cá deixou um amor para trás ele é nosso amigo e até hoje ele não a esqueceu seu nome é Odilon.

08 julho 2012

Um sonho francês - 7º parte


Alphonse se sentou ao meu lado perguntou sobre as minhas viagens eu lhe contei sobre as viagens depois ele perguntou:
- Oque você pretende fazer quando acabar de viajar?
- Acho que vou tentar ser  feliz em um quarto-andar sem elevador em Paris. Respondi.
Alphonse sorriu e disse:
- Aquela velha lenda que você pode ser feliz em um quarto-andar sem elevador em Paris?
- É a velha lenda, e meu plano B é tentar ser feliz em uma casinha em Porto Alegre. Falei.
- E seu amigo Rafael o que vai fazer depois da viajem. Pergunto
-  Bem... Não sei nunca falamos sobre isso.
Eu e Alphonse passamos um bom tempo conversando antes de ir embora ele me passou o numero de telefone. Ele me fez prometer que quando voltasse a Tours ligaria para ele.
Depois que Alphonse foi embora subi até meu quarto tinha que arrumar algumas coisas , estava sentada na cama organizando a minha mala.
Quando ouvi uma batida na porta gritei:  
- ENTRA TA ABERTA.
Rafael abriu a porta se sentou do meu lado e perguntou:
- E seu amigo Alphonse o que achou dele?
- Ele é bem simpático e gentil. Respondi.
- Eu não fui muito com a cara dele. Falou Rafael.
- Por quê? Eu pergunte.
- Sei lá mais não fui com a cara dele... Falou  Rafael.
-  Ele é legal gostei dele.
- Bom não vim falar de seu novo amigo. Vim pergunta qual vai ser o novo rumo da nossa viagem?
- Quero voltar a Paris Rafa.
- Sei que você ama Paris mas, temos tantos lugares para conhecer  por que não voltamos a Paris depois ela vai continua lá? Perguntou Rafael.
- Não é isso não é para visitar a cidade. Respondi.
- Por que então? Rafael perguntou.
- Eu... Eu quero ir até o convento Cordeliers quero descobri oque Mabelle sentia por Odilon. Falei.
- Então vamos. Disse Rafael.
- Ué tu não vai dizer que é loucura e tentar me fazer mudar de ideia? Perguntei surpresa.
- Ce te conheço a 7 anos nesses anos todos quando eu conseguir mudar sua opinião sobre alguma coisa? Nunca então se você quer ir vamos você deve esta certa como na maioria das vezes.
Então fizemos nossas malas no dia seguinte nos despedimos de nossos amigos e pegamos o primeiro trem para Paris.  

06 julho 2012

Um sonho francês - 6º parte


No dia seguinte acordei fiz minhas higienes e fui tomar café com o pessoal, entrei na cozinha Charlote e Brunot já estavam lá Rafael chegou alguns segundo depois de min.
Charlote estava me servindo uma xícara de café quando ela termino de servi Rafael pegou minha xícara Charlote disse:
- Você não esperou já ia te servi.
- Cecilia não gosta de café.
- É mesmo? Me perguntou Charlote.
- É sim... Respondi
- Ela é educada demais para admitir. Falou Rafael.
- Hoje vamos ter companhia para o almoço. Falou Brunot.
- Quem? Perguntei.
- Meu Irmão Alphonse. Respondeu Brunot.
- Não sabia que você tinha um irmão.
- Ele é dois anos mais novo.
Tomamos café conversamos a manhã passou rápido, eu estava ajudando Charlote com o almoço quando alguém bateu na porta.
Brunot atendeu e as vozes aumentaram logo ele e Rafael entraram na cozinha com um rapaz e o apresentou pra mim:
- Esta é minha amiga Cecilia e esse é meu irmão Alphonse.
Alphonse se dirigiu até mim beijou a minha mão e disse:
- Encantado.
- Muito prazer. Eu respondi.
Alphonse era um rapaz muito bonito cabelos escuros e olhos verdes mais era um pouco parecido com Brunot.
Depois do almoço colocamos algumas cadeiras no jardim e nos sentamos para conversar.

04 julho 2012

Um sonho francês - 5º parte


Quando ele terminou de falar notei que uma lágrima escoria pelo seu rosto então ele secou a lágrima com a mão e me e falou
- Eu disse que era uma bela tragédia. Por que você quis tanto saber a história?
- Porque quando o senhor falou aquilo vi um brilho no fundo dos seus olhos. Não foi uma tragédia o senhor conheceu o verdadeiro amor muitos não chegam nem  a vê-lo.
- Você é muito boa em observa oque esta em volta menina mais não consegue vê oque está na sua frente.
De que adianta ter conhecido o verdadeiro amor se eu a perdi?
Então Rafael falou:
- Você não a perdeu Mabelle estará sempre em seu coração ela será sempre (sua bela) nada nem ninguém vai poder tira-la de você.
Seu Odilon se levantou e disse:
- Esta na hora de vocês irem embora seus amigos devem estar preocupados.
Eu e Rafael nos levantamos num salto, eu andei até seu Odilon e o abracei ele retribuiu o abraço me senti como se fosse meu avô me abraçando.
Então eu sai sem dizer nada quando estava descendo os degraus da varanda notei que Rafael não estava comigo então parei para espera-lo.
Ele saiu algum tempo depois de mim e eu perguntei:
- Porque você demorou?
- Nada ele só estava me  falando o quanto você é uma menina especial.
Eu fiquei meio sem graça e falei:
- Sabe de uma coisa? Não ente oque ele quis dizer.
- O que? Perguntou Rafael
- Que eu sou boa em observar oque esta em volta mais não consigo ver oque esta na frente.
- Também não sei... Disse ele.
Quando chegamos Brunot e Charlote estavam na sala, Brunot disse:
- Já estava quase indo atrás de vocês.
- Por que vocês demoraram tanto? Estava preocupada. Disse Charlote.
- Cecilia convenceu seu Odilon a contar a história da placa para ela. Respondeu Rafael.
- Como você conseguiu? Brunot me perguntou.
- Não sei só esperei até ele decidir me contar. Repondi.
Rafael começou a rir e falou:
- Até parece que vocês  não conhecem a Ce.
Todos riram depois disso Charlote mostrou nossos quartos nos arrumamos e fomos dormir.

03 julho 2012

Um sonho francês - 4º parte


Então seu Odilon começou a falar:
- Era 1942 eu estava aproveitando o máximo os meus 18 anos, difícil de acreditar mas eu era um moço muito bonito e fazia muito sucesso com as garotas.
Era julho e o circo estava na cidade, eu nunca tinha ido ao circo pois era um jovem pobre meu pai falava que não valia apena gasta dinheiro com esse tipo de coisa.
Eu já ganhava meu próprio dinheiro fazendo alguns bicos então convidei alguns amigos e fomos todos juntos.
Quando me sentei na arquibancada ela estava lá do outro lado do picadeiro  linda de vestido azul, a moça mais linda que já vi na vida!
Eu não consegui presta atenção no espetáculo só tinha olhos para ela então quando acabou fui falar com ela, pela primeira vez.
O nome dela era Mabelle  (minha bela) o nome combinava perfeitamente com ela, eu a chamei para sair.
No dia seguinte levei ela para jantar em pouco tempo já estávamos namorando, mas a família dela não aceitava o namoro por eu ser mulherengo e pobre.
Amava Mabelle  mais do qualquer coisa na vida nunca a magoaria eu estava disposto a me casar com ela.
Foi quando a disse que ia viajar atrás de um emprego melhor e voltaria dentro de um mês fizemos aquela placa antes da viajem para simbolizar nosso amor.
Achei um emprego de contador em Fontainebleau uma cidade perto de Paris mas tive que começa imediatamente lhe mandei uma carta avisando.
Não tive resposta mandei outra carta, quarto messes depois mande uma pedindo que ela fosse se encontra comigo mas ela não apareceu.
Resolvi voltar quando cheguei descobri que ela tinha desistindo de mim porque eu era mulherengo, ela foi para o convento Cordeliers  em Paris.
Ela nem si quer quis me ouvir  mandou dizer que eu não era homem para ela, eu gritei tentei vê-la de qualquer jeito e acabei sendo expulso.
Depois voltei pra cá e nunca mais consegui amar ninguém Mabelle sempre foi e sempre será meu único amor até o dia de minha morte.

01 julho 2012

Um sonho francês - 3º parte


- Oque você quer? Ele perguntou.
- Quero saber a história daquela placa. Respondi.
- Vá embora essa história não é da sua conta.
Quando ele ia tentar fechar a porta na minha cara falei:
- O senhor pode até fechar a porta mais vou ficar aqui até o senhor resolver me contar.
- Então fique ai a vida toda. Após termina a frase ele bateu a porta na minha cara.
- Vamos embora. Disse Rafael que até então permanecia quieto observando.
- V á você embora vou ficar aqui até ele me contar. Me sentei a beira da varanda.
- E deixar você ai sozinha? De jeito nenhum.
Ele se sentou ao meu lado e ficamos em silencio cerca de duas horas se passaram, e eu resolvo lhe fazer uma pergunta:
- Rafa quando chegamos Brunot  te chamou no canto e te falou alguma coisa oque  ele te disse?
Rafael hesitou um pouco e respondeu:
- Brunot me perguntou se eu já tinha achado uma francesinha pra mim.
- É mesmo Rafa antes você era maior pegador agora não te vejo com ninguém por quê?
- É que viajamos muito não da para conhecer ninguém direito.
- Desde quando isso virou empecilho para você ?
- Dizem que quando a gente fica velho se acalma pode ser isso também.
- Até parece você velho só tem 23 anos. Disse rindo.
Ele me deu um cutucão com o ombro depois me abraçou, se passou mais uma hora .
Então Rafael me solto e começou uma frase:
- Ce...
Antes que ele pudesse termina de falar a porta se abriu então o senhor Odilon perguntou:
- Você não vai desistir mesmo?
- De jeito nenhum  respondi.
- Então entre com seu namorado antes que eu me arrependa.
- Somos só amigos. Falou Rafael.
Então entramos, a casa dele não era tão bonita quanto a de Brunot e Charlote mais era aconchegante  me lembrava a casa do meu avô.
Fomos para a sala ele sentou-se em um sofá e eu e Rafael em outro.

30 junho 2012

Um sonho francês - 2º parte


Uma espécie de placa caída junto a cerca do vizinho escrito: O et M pour toujours.
Que traduzindo para o português fica: O e M para sempre.
Eu fiquei olhando aquela placa por alguns segundos quando Rafael perguntou:
-Oque foi?
Eu apontei para a placa e disse sorrindo:
- Deve ter sido uma bela história de amor.
- Uma bela tragédia você quer dizer.
Falou uma voz com um tom irritado, olhei reconheci de imediato o senhor da estação.
Brunot o apresentou:
- Este o senhor Odilon nosso vizinho, esses são nossos amigos Cecilia e Rafael.
- Eu já os conheço a menina é atrapalhada e o menino é mal-educado. Respondeu o senhor e saiu.
- Vocês já se conhecem? Perguntou Brunot.
- Cecilia esbarou nele na estação e ele foi muito grosso com ela. Respondeu Rafael.
- Deixe isso pra lá ele é só um senhor solitário. Falou Brunot.
- Mas qual é a história da placa? Perguntei curiosa.
- Ele nunca contou para ninguém. Vamos entrar? Disse Charlote.
Entramos e conversamos por horas depois ajudei Charlote com o jantar, após comemos  ela cortou um pedaço de mil-folhas se dirigiu a Brunot e pediu:
- Amor leve esse pedaço para o seu Odilon.
Eu interferi depressa:
- Deixa que eu levo.
Charlote colocou o mil-folhas em um pote e me entregou. Eu sai e Rafael foi atrás de min:
- Por que você vai levar isso? Pergunto ele.
- Quero saber a história daquela placa.
- E tu acha que ele vai te contar?
- Acho.
- Você não muda mesmo.
A fazenda onde seu Odilon morava não parecia muito grande mais era bem antiga fui até a porta e bati. Ele abriu eu sorri entreguei o pote e disse:
- Charlote pediu para entrega para o senhor.
- Obrigado. Ele pegou o pote quando ele ia fechar a porta eu segurei.

28 junho 2012

Um sonho francês - 1° parte


Depois de um golpe de sorte nos negócios  e uma série de cursos  de línguas eu  e meu melhor amigo Rafael resolvemos  viajar pelo mundo juntos. Esse era um sonho antigo que eu tenho desde-da 8º serie e acho só compartilharia com ele.
Verdadeiramente demos a volta ao mundo conhecemos  vários lugares e várias pessoas, mas a pessoa que mais me marcou foi um senhor que conheci em Tours.
Tours é uma cidadezinha pequena e aconchegante perto de Paris. Rafael eu estávamos em Paris meu lugar favorito no mundo depois de Porto Alegre.
Quando decidimos visitar nosso um casal amigos nosso Brunot e Charlote  que conhecemos em London, eles tinham uma casa no  final da cidade ao lado de uma fazenda bem antiga.
Quando desci do trem esbarei nesse senhor  ele me xingou disse em voz irritada:
  - OLHE PRO ONDE ANDA MENINA ATRAPALHADA.
- Desculpe senhor? Eu disse.
- VOCÊS JOVENS NUNCA PRESTAM ATENÇÃO NO CAMINHO QUE SEGUEM.
- Ela já se desculpou. Disse Rafael interferindo.
- ME RESPEITE EU SOU MAIS VELHO QUE VOCÊ. Falou o senhor.
- ENTÃO FAÇA POR MERECER MEU RESPEITO. Rebateu Rafael.
- Desculpa pelo meu amigo.
Eu disse e puxei Rafael para irmos embora enquanto nós saiamos Rafael reclamava.
- Cecilia por que se desculpou com aquele cara ele foi groso com você.
- Rafa ele é só um senhor e deu para notar que a vida foi severa com ele.
- Ce você sempre tão sensível.
Almoçamos em um restaurante simpático perto da estação era cerca de 12:20 depois fomos para a casa depois seguimos para a casa de nossos amigos.
Quando estávamos quase chegando avistei Charlote estendendo roupas, ela nos viu e gritou:
- BRUNOT CECILIA E RAFAEL CHEGARAM. Charlote tinha 23 anos cabelos castanhos meio cacheados pele branca era magra e muito bonita.
- Então Brunot saiu correndo.  Ele também tinha cabelos e olhos castanhos, tinha 25 anos.
Os dois nos receberam na frente do portão Charlote me abraçou segurou minhas mãos e disse dirigindo aos dois:
- Não é incrível a cada dia que passa a Cecilia fica cada vez mais linda?
Eu fiquei um pouquinho vermelha e falei: - Que isso? Você que linda.
Brunot puxou Rafael para um canto e cochichou alguma coisa no ouvido dele que não deu para ouvir.
Der-repente vi uma coisa que chamou minha atenção.

24 junho 2012

Será?

Esses dias quase fui atropelada escapei por pouco depois que isso aconteceu não fique aliviada, tudo que eu conseguia pensar era:
E se eu tivesse sido atropelada será que alguém além da minha mãe me visitaria no hospital? 
E se eu morresse será que alguém choraria por mim? Será que alguém sentiria minha falta depois de um mês?
Se eu fizesse essas perguntas para mim mesma a alguns anos atrás tenho certeza que a maioria das minhas respostas seriam sim, mas agora já não sei, não tenho certeza.
E essa duvidas me consomem não sei mas oque pensar, oque sentir, no que acreditar não sei mais nada.
A cada dia que passa fico mais perdida, mais esquecida, mais vazia.
Estou voltando a me encerar no meu castelo de gelo, de vazio, de esquecimento.
Queria um abraço quente para aquecer meu coração que ta mais congelado que um iceberg.
Eu já fui tão forte já passei por tanta coisa sozinha por que agora me sinto tão fraca?
Acho que fiquei tanto tempo sem sofrer que esqueci como lidar com o sofrimento.
Eu sei que vou passar por isso como já disse antes já passei por tanta coisa sozinha, e to aqui inteira só com algumas cicatrizes das batalhas vencidas.


02 março 2012

O amor e as diferenças 3° parte

Eles chegam na frente ele compra pipoca e doces pra eles curtirem o filme. Dai eles entram no cinema, ela fica pensando no que vai falar pra ele quando ela abre a boca pra falar.
Ela: - Entã..
Ele tampa a boa dela e a beija, ela fica parada sem reação pasma, quando o filme acaba ele chama ela.
Ele: - Vamos o filme já acabou?
Ela meio que acorda. - Vamos!
Eles saem lentamente caminham até a porta do shopping, ele a beija novamente e a cada segundo a chuva começa a aumentar.
Ele: - Minha casa é perto daqui você não quer dormi lá ? assim não precisa fica na parada com essa chuva.
Ela liga pra mãe dela:
Mãe da Julia: - Alô
Julia:- Oi mãe vou dormi no hospital com a Vanessa ta ?
Mãe: - Ta bom filha se cuida ta ?
Julia: - Ta bom mãe.
Julia desliga e eles vão para casa do Bruno no caminho ele pergunta sobre a Vanessa Julia fala.
Julia: - É minha melhor amiga ela entro em coma depois de se drogar na praia.
Bruno fica apavorado e ao ver que Julia ficou triste e abraça ela para consola, Julia sorri e diz:
- Mais ela vai fica melhor.
Ele: - Tomara.
Ele olha para uma casa branca de janelas azuis claras e diz:
- Essa é minha casa.
Ela: - Que casa linda!
Ele: - Vamos entra duma vez que a chuva vai te deixa doente.
Julia entra meio sem jeito coloca seu casaco todo encharcado encima do sofá de Bruno.
Ele: - Quer comer algo?
Ela: - Não.
Ele: - Sinta-se em casa.
Ela se senta no sofá, ele vai tomar banho, ela estranha o fato dos pais dele não estarem em casa e grita com um tom de curiosidade.
Ela: - E OS SEUS PAIS?
Ele grita : - Sou emancipado eles me emanciparam aos 15 anos fui estudar na Austrália.
Ela fica apavorada com o nível dele porque ela uma pobre garota ela pensa consigo mesma  poxa só acho meninos ricos nenhum de classe média que nem eu!
Ele sai do banho e corre para seu quarto enrolado numa toalha, Julia finge que não vê aquele pitelzinho correndo de toalha.
Ele chama ela para seu quarto, ela entra lentamente com medo.
Ele: - Você já fez antes?
Ela: - Não.
Ele tenta acariciar-la , ela tira a mão dele do seu corpo e diz:
-Eu vim aqui para dormi só isso.
 Ele: - ta bom. Você vai ficar doente com essas roupas molhadas.
Ele abre o guarda-roupa e pega uma toalha e algumas roupas e atira para ela.
Ele: - essas devem servir




01 março 2012

O amor e as diferenças 2º parte

Passa-se uma semana e nada da Vanessa melhorar, Julia num tédio total entra em chat e conhece um guri chamado Bruno.
Julia: - Oiii
Bruno: - Vixe que gatinha mais animada.
Julia: kkk
Julia: - Quantos anos você tem ?
Bruno: - 17 e você
Julia: 16
Bruno: - hum
Julia: - Onde você mora ?
Bruno: - Poa
Julia: - Eu também qual o seu numero ?
Trocam os números. Um guri legal, bonito começam a bater o maior papo e Julia safadinha pede para ele liga a web para ela ver se ele tinha tanquinho, ele safado responde essas besteiras.
Julia estava no seu quarto no tédio depois da conversa bagaceira com Bruno, quando o celular dela toca
era o  Bruno telefonou para Julia:
Julia: - Alô
Bruno: Oi linda é o Bruno já que você mora em Poa que tal nos sairmos amanhã?
Julia: Bom éee que já tenho compromisso.
Bruno: Que pena queria tanto te vê :/
Julia: Ta bom eu vou posso marca o compromisso pra outro dia.
Bruno: Que bom, vamos a onde ?
Julia: Que tal ao shoping
Eles acertam os detalhes até combinam cinema, ela escolhe sua roupa mais bonita e vai dormi.
Acorda ansiosa e vai tomar banho e se arruma, então vai para a parada pegar o ônibus logo quando ela chega começa a chover.
Ela pega o ônibus lotado rumo ao shopping pensando que filme olharia  com seu '' amigo `` Bruno chegando na parada em frente ao shopping . Ela não sabe oque fazer por causa do nevosismo ela pisca os olhos em um piscar de olhos ele esta lá no lugar marcado.
Ela corre na chuva para não ser atingida chega, na porta do shopping abraça o Bruno, ele coxixa no ouvido dela :
Ele: - Achei que não vinha minha linda.
Ela: Sorri, levanta bem pouco a camisa dele e fala - Você tem tanquinho mesmo!
Eles: Riem.
Ele diz: - Vamos entra porque não quero fica mais encharcado do que já estou.
Os dois dão gargalhadas entram felizes.



07 janeiro 2012

O amor e as diferenças 1º parte

Julia era uma menina pobre um pocou rebelde, um dia sua mãe furiosa por ter achado maconha na sua bolsa briga com ela.
- O que é isso virou drogada agora na sua bolsa virou drogada agora? - Disse sua mãe gritando.
- Não é minha é da Vanessa ela pediu pra mim guarda - Responde Julia.
- Alem  de drogada é mentirosa oque eu fiz para merecer uma filha assim ?
- Eu não pedi pra nascer!
- Então se mata. - Fala a mãe dela morrendo de raiva.
- Talvez eu faça isso mesmo. - Julia deixa sua mãe falando sozinha pega suas coisas, pega um ônibus e vai para     a casa de vanessa na praia chegando lá pergunta para Vanessa:
- Posso passar uns dias aqui?
Vanessa olha para ela e pergunta - Oque aconteceu ?
Ela fala - Briguei com a minha mãe. - Toca as dogras na cara de Vanessa.
Vanessa abre a porta e diz - Entra.
Julia pergunta - qual é o jeito mais fácil de se suicidar?
A noite ela sai para ir até a praia Vanessa se despede como se fosse a ultima vez que fosse ver Juilia e sussurra no ouvido dela. - Você não vai ter coragem.
Julia da um beijo no rosto de vanessa - Eu vou sim.
Chegando a beira mar Julia vai se aproximando da água, e um guri  admirando e la de longe fica pensando oque essa guria faz aqui há essa hora da noite?
Ele sai de sua casa a beira mar e vai atrás dela cerca de um metro de distancia mais ou menos. Julia pensa um pouco entra na água , quando ela ta quase se afogando ele salva ela.
Quando ele leva ela para arei depois que ela melhora um pouco fica com raiva e começa a bater nele.
- Guri idiota por que  me salvo?
Ele segura ela - Para sua guria louca.
Ela sai correndo para a casa da Vanessa ela chega lá e a vanessa disse - Eu sabia que você não ia ter coragem.
Julia resolve fica lá, na noite do dia seguinte elas estavam com um pessoal fumando na beira da praia e tinha um amigo do guri que salvo ela lá então ele aparece lá da oi para o pessoal e senta do lado dela.                       Ele pergunta para ela. - Eai a maluca tem nome ?
Ela diz. - Julia e não sou maluca.
Ele - O meu nome é Romulo
.Ela - Daquela vez você me impediu mais vou tentar de novo.
Ele segura ela encara ela nos olho e fala - Dessa vez não.n
Lá eles trocam vários assuntos mais ela fica de olho no amigo dele.
Dai ele pergunto bem séria - Posso te pergunta uma coisa? - Ele sorrindo respondeu. - Claro gata. - E ela diz - O seu amigo Yuri tem namorada?
Ele responde com raiva -  Sim tem umas três.
Ela fica sem jeito e fala que vai dormi, ele implora para ela fica acordada com ele ou para deixa ele dormi no quarto da Vanessa já que elas estavam dormindo lá.
Amanhece a mãe da Vanessa bate na porta, Romulo sai pela janela bate numas plantas se arranha todo depois sai correndo, Vanessa ri  muito dele. Abre a porta para sua mãe a mãe dela ama Julia já chega oferecendo bala, chicletes e diz.
- Eu não vou incomodar vocês vou ficar numa pousada.
A mãe da Vanessa sai a Julia diz - Como eu queria ter uma mãe como a sua.
Vanessa diz para Julia - Ela não é tão legal quanto parece.
Julia cai no sono, Vanessa vai fumar maconha na sala.
Julia acorda vai até a sala vê Vanessa naquele estado vegetativo chama a mãe da Vanessa.
Julia, Vanessa a Mãe da vanessa voltam para Porto Alegre.Vanessa fica internada em coma a mãe dela leva Julia para casa.
Chegando lá a mãe da Julia abraça ela e diz : Eu devia ter confiado em você.
Julia diz : Te amo muito mãe!

Escrito por : Mary M. Gonçalves e Gui Betat

#Mary

Oii sinto muito estar novamente sem postar nada para vocês mais deu pane no meu pc então por hora vocês vão ficar sem postagens novas :/
bjxxx